Avaliação da rugosidade superficial da pintura eletrostática utilizada em liga de co-cr após ciclagem térmica
Alessandra Cardoso da Silva Nascimento.
Dissertação
por
D3
Campinas : [s.n.], 2011.
95 p. : il.
Dissertação (Mestrado em Prótese Dentária) - Centro de Pesquisas Odontológicas São Leopoldo Mandic.
O objetivo deste trabalho foi avaliar in vitro a rugosidade superficial de uma estrutura metálica a base de Co-Cr submetida ou não à aplicação de tinta epóxi e a influência da ciclagem térmica na rugosidade e micromorfologia superficiais. Sessenta corpos de prova foram confeccionados com liga de...
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O objetivo deste trabalho foi avaliar in vitro a rugosidade superficial de uma estrutura metálica a base de Co-Cr submetida ou não à aplicação de tinta epóxi e a influência da ciclagem térmica na rugosidade e micromorfologia superficiais. Sessenta corpos de prova foram confeccionados com liga de cobalto-cromo (Wironit extra-duro, Bego) e foram divididos em três grupos (n=20). Cada corpo-de-prova teve sua superfície submetida ao tratamento de superfície de acordo com o grupo experimental: Pol - realização de polimento com pedras e borrachas abrasivas (grupo controle); Pol + Epo - realização de polimento também com pedras e borrachas abrasivas e aplicação de tinta epóxi; Epo - realização de jateamento com óxido de alumínio, sem polimento convencional e aplicação de tinta epóxi. Ensaios de rugosidade iniciais foram realizados em três direções diferentes na superfície dos corpos-de-prova utilizando-se parâmetro de rugosidade média (Ra) medida em m em rugosímetro digital (SurfCorder® SE 1700, Kosakalab) e cut-off de 0,25mm. A seguir, os corpos-de-prova foram submetidos à ciclagem térmica por 1000 ciclos em temperatura de 5° e 50°c e submetidos aos ensaios de rugosidade superficial final. Verificou-se a micromorfologia superficial dos corpos-de-prova por meio de microscopia eletrônica de varredura (MEV) com aumentos de 200 e 500 vezes. Para os dados de rugosidade, foi aplicada análise de variância (ANOVA) dois critérios para medidas repetidas. Houve diferença significativa entre os grupos (p<0,0001), porém não houve diferença antes e após a termociclagem (p=0,6638). A interação grupos x ciclagem não foi significativa (p=0,6275). Verificaram-se maiores valores médios de rugosidade superficial para os grupos Pol + Epo e Epo comparados ao grupo Pol. Em relação à micromorfologia, a superfície do grupo Pol apresentou-se polida, lisa e regular. Nos grupos com a aplicação da tinta epóxi (Pol e Pol + Epo), observou-se homogeneidade da superfície metálica recoberta pela tinta epóxi sem a presença de trincas e fissuras. Pode-se concluir que a rugosidade superficial de uma liga metálica a base de Co-Cr que recebeu o tratamento com tinta epóxi foi maior que a rugosidade da liga que recebeu apenas polimento; a ciclagem térmica não influenciou a rugosidade superficial de uma liga metálica a base de Co-Cr submetida ou não à aplicação de tinta epóxi; pode-se verificar que a ciclagem térmica não promoveu lascas ou desprendimentos de tinta epóxi, observando-se que a superfície apresentou-se livre de trincas e fissuras.
Palavras-chave: Prótese parcial removível. Tinta epóxi. Rugosidade superficial. Microscopia eletrônica de varredura. Ver menos
Palavras-chave: Prótese parcial removível. Tinta epóxi. Rugosidade superficial. Microscopia eletrônica de varredura. Ver menos
Avaliação da rugosidade superficial da pintura eletrostática utilizada em liga de co-cr após ciclagem térmica
Alessandra Cardoso da Silva Nascimento.
Avaliação da rugosidade superficial da pintura eletrostática utilizada em liga de co-cr após ciclagem térmica
Alessandra Cardoso da Silva Nascimento.
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