Prevalência dos sinais e sintomas de disfunção temporomandibular nos estudantes de Odontologia da Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste), no ano de 2005
Maristela Maria Galina Pezzini.
Dissertação
por
D723
Campinas : [s.n.], 2007.
93 p.
Dissertação (Mestrado em Disfunção Temporo Mandibular) Centro de Pesquisas Odontológicas São Leopoldo Mandic
O objetivo desta pesquisa foi avaliar a prevalência dos sinais e sintomas de Disfunções Temporomandibulares em estudantes de Odontologia da Universidade Estadual do Oeste do Paraná (UNIOESTE), no ano de 2005. Foram avaliados 191 indivíduos com faixa etária entre 17 e 37 anos (média de 21 anos), por...
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O objetivo desta pesquisa foi avaliar a prevalência dos sinais e sintomas de Disfunções Temporomandibulares em estudantes de Odontologia da Universidade Estadual do Oeste do Paraná (UNIOESTE), no ano de 2005. Foram avaliados 191 indivíduos com faixa etária entre 17 e 37 anos (média de 21 anos), por meio de um questionário da Academia Americana de Dor Orofacial e avaliação clínica pelo RDC/DTM - eixo I. A amostra foi dividida em períodos escolares (1º; 2º; 3º; 4º e 5º ano). Os resultados mostraram que 145 indivíduos (76%) que responderam ao questionário anamnésico foram positivos ao questionário, apresentaram sintomas de DTM e 46 indivíduos (24%) foram negativos ao questionário. No 1º ano, a prevalência foi de 82%; no 2º ano 67%; no 3º ano 73%; no 4º ano 87% e no 5º ano 72%. Em todos os períodos escolares, foi encontrada a maioria de estudantes com resultados positivos, sem diferença significativa entre os grupos. Dos 145 indivíduos positivos ao questionário, 132 aceitaram realizar a avaliação clínica, 87 indivíduos constituído por (66%) eram do gênero feminino e 45 indivíduos (34%) do gênero masculino, sendo essa diferença significativa (p<0,001). Os resultados da avaliação clínica foram: 5% apresentaram abertura mandibular menor que 40 mm, 61% apresentaram padrão de abertura mandibular irregular (desvio 27%, deflexão direita 14% e deflexão esquerda 20%), 67% apresentaram sons articulares durante os movimentos mandibulares (p<0,001), sendo (75%) do gênero feminino e (53%) do gênero masculino (p=0,013) e, 21% apresentaram dor durante os movimentos mandibulares. Conclui-se que a prevalência dos sinais e sintomas de DTM nos estudantes de Odontologia da UNIOESTE é alta, sendo o gênero feminino mais acometido e a presença de sons articulares ao se movimentar a mandíbula e padrão de abertura irregular os sinais e/ou sintomas mais prevalentes.
Palavras-chave: Desordens Temporomandibulares. Prevalência. Epidemiologia.
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Prevalência dos sinais e sintomas de disfunção temporomandibular nos estudantes de Odontologia da Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste), no ano de 2005
Maristela Maria Galina Pezzini.
Prevalência dos sinais e sintomas de disfunção temporomandibular nos estudantes de Odontologia da Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste), no ano de 2005
Maristela Maria Galina Pezzini.
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