Diferentes espessuras de bases resilientes para prótese total
Andréa Mazão Fernandes de Miranda.
Dissertação
por
D3
Campinas : [s.n.], 2006.
78 p. : il., + 4 anexos.
Dissertação (Mestrado em Prótese Dentária) - Centro de Pesquisas Odontológicas São Leopoldo Mandic
A utilização de uma adequada espessura de material resiliente nas próteses totais tem mostrado ser mais um recurso para os casos clínicos com rebordos alveolares desfavoráveis, segundo relatos da literatura. No entanto, a espessura ótima dos materiais reembasadores é um dado bastante controverso,...
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A utilização de uma adequada espessura de material resiliente nas próteses totais tem mostrado ser mais um recurso para os casos clínicos com rebordos alveolares desfavoráveis, segundo relatos da literatura. No entanto, a espessura ótima dos materiais reembasadores é um dado bastante controverso, pois a função destes materiais não é afetada somente por suas propriedades mecânicas mas, especialmente, por suas propriedades viscoelásticas e pela sua distribuição sobre a base de acrílico. O objetivo deste estudo in vitro foi avaliar a deformação de diferentes espessuras do material resiliente Mucopren soft (Kettenbach, Alemanha), após aplicação de força compressiva de 200 Kgf, com ou sem expansão. Quarenta e dois corpos de prova de resina acrílica termopolimerizável (Lucitone 550, Dentsply, Brasil) foram preparados. Seis corpos de prova de resina acrílica foram utilizados como padrão, e os outros 36 receberam, nas suas superfícies, duas camadas de adesivo para posterior inserção do material resiliente com espessuras que variavam de 0,5 a 3 mm em camadas incrementais de 0,5 mm. O estudo laboratorial foi realizado por meio de testes de compressão utilizando-se a máquina Universal EMIC (Equipamentos e Sistemas de Ensaio Ltda, Brasil) na qual foi adaptado um dispositivo para acomodar os corpos de prova. A leitura foi efetuada por um computador LG (LG Electronics Ltda, Brasil), por meio de um canal serial padrão RS-232, o qual permaneceu acoplado à máquina Universal e os resultados obtidos mostraram que corpos de prova com espessuras entre 0,5 mm e 1,5 mm apresentaram, em média, deformações maiores sem expansão do material do que os corpos de prova com expansão do material. Este resultado sugere um melhor resultado clínico, porque o material mantém sua forma, apesar de estar recebendo cargas. Segundo PINTO et al. (2002), como o Mucopren soft é um material elastomérico, apresenta um grande número de ligações cruzadas, isso indica melhor recuperação elástica ou menor deformação. Quando as espessuras de silicone apresentaram-se maiores do que 2 mm, os resultados mostraram-se muito instáveis, uma vez que, a cada aumento de espessura, obteve-se uma inversão de comportamento.
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Localização no acervo: D D3 4191
Diferentes espessuras de bases resilientes para prótese total
Andréa Mazão Fernandes de Miranda.
Diferentes espessuras de bases resilientes para prótese total
Andréa Mazão Fernandes de Miranda.
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