Avaliação do desajuste vertical e do torque reverso em pilares de preparo e UCLAS com base metálica após carga cíclica
João Cléber Tonetto
Dissertação
por
D D
Campinas : [s.n.], 2017.
57f. : il.
Dissertação (Mestrado em Implantodontia) - Centro de Pesquisas Odontológicas São Leopoldo Mandic.
A presença de desadaptações verticais na interface entre o pilar utilizado na confecção da coroa protética e o implante vem sendo associada a complicações protéticas e biológicas, como o afrouxamento do parafuso que une a coroa ao implante. Sendo assim, este trabalho teve como objetivo avaliar a...
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A presença de desadaptações verticais na interface entre o pilar utilizado na confecção da coroa protética e o implante vem sendo associada a complicações protéticas e biológicas, como o afrouxamento do parafuso que une a coroa ao implante. Sendo assim, este trabalho teve como objetivo avaliar a desadaptação vertical na região pilar/implante e a resistência ao torque reverso no parafuso passante em próteses confeccionadas a partir de dois pilares diferentes, antes e após a ciclagem mecânica. Para isso, o estudo foi dividido em dois grupos (n=10), de acordo com o tipo de pilar protético utilizado na confecção das coroas metálicas fundidas: O grupo 1, formado por pilares universais pré-fabricados e o grupo 2, formado por pilares calcináveis com base metálica de cromo-cobalto, ambos os pilares protéticos foram parafusados sobre implantes hexágonos externo de 4.0 x 11,5 mm. Com o uso de um torquímetro digital portátil de precisão, os parafusos de retenção receberam o torque recomendado pelo fabricante de 30 Ncm e após dez minutos, os mesmos foram reapertados com o mesmo valor de torque, a fim de obter a pré-carga ideal. As amostras foram posicionadas na mesa microscópica do microdurômetro sob o aumento de 100X e o desajuste vertical inicial foi mensurado em quatro regiões, simulando as diferentes faces dentais. Após essa avaliação inicial, os corpos de prova foram submetidos ao ensaio de ciclagem mecânica com carga de 130N, a 2HZ de freqüência em um milhão de ciclos. A desadaptação vertical foi novamente mensurada após a ciclagem mecânica e em seguida, os parafusos foram desrosqueados e os valores do torque reverso foram registrados. Os dados foram submetidos aos testes estatísticos de Pearson, t de Student e análise de variância a dois critérios para medidas repetidas que revelaram que a adaptação foi significativamente melhor ao se utilizar o pilar de preparo (p=0,022), tanto previamente quanto após a ciclagem mecânica. Também foi identificado que com a ciclagem mecânica houve aumento estatisticamente significativo da desadaptação (p=0,002) em ambos os pilares. Não houve diferença estatística entre os valores de torque reverso quando foram utilizados os pilares protéticos do tipo UCLA calcinável ou pilar universal pré-fabricado. Além disso, não existiu uma correlação positiva entre os valores de torque reverso e de desadaptação vertical, seja previamente ou após a ciclagem mecânica. Sendo assim, conclui-se que os pilares de preparo possuem um melhor nível de ajuste com a plataforma do implante quando comparados com as UCLAS e no que se refere aos valores de torque reverso, não foi encontrada diferença entre os grupos.
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Sotto-Maior, Bruno Salles
Orientador
Avaliação do desajuste vertical e do torque reverso em pilares de preparo e UCLAS com base metálica após carga cíclica
João Cléber Tonetto
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João Cléber Tonetto
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