Avaliação do atrito produzido pelo uso da corrente elástica posicionada sob ou sobre o fio em bráquetes autoligados passivos e ativos
Rodrigo Romano da Silva
Dissertação
por
D4
Campinas : [s.n.], 2015.
82f. : il.
Dissertação (Mestrado em Ortodontia) - Centro de Pesquisas Odontológicas São Leopoldo Mandic.
O objetivo deste trabalho foi avaliar in vitro o atrito estático produzido por bráquetes autoligados ativos e passivos em fios de aço inoxidável na ausência ou na presença de corrente elástica sob ou sobre o fio. Foram utilizados quatro tipos de bráquetes autoligados, sendo dois ativos (In Ovation...
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O objetivo deste trabalho foi avaliar in vitro o atrito estático produzido por bráquetes autoligados ativos e passivos em fios de aço inoxidável na ausência ou na presença de corrente elástica sob ou sobre o fio. Foram utilizados quatro tipos de bráquetes autoligados, sendo dois ativos (In Ovation R/ GAC e SLI/ Morelli) e dois passivos (Damon MX/ Ormco e Tellus EX/ Eurodonto). Para cada marca comercial, foram utilizados cinco bráquetes colados a uma placa acrílica com seus slots alinhados e a resistência ao atrito foi avaliada com fios .018" e .019 x .025 de aço inoxidável (Morelli) em três situações: sem corrente elástica, com corrente elástica (GAC) posicionada sob o fio e sobre o fio. O atrito foi mensurado em máquina de ensaio universal (DL 2000/ EMIC), programada com velocidade de 3mm/mim com 1 mm de deslocamento do fio. Os testes foram realizados de forma randomizada sob presença de saliva artificial. A análise de variância a três critérios demonstrou que não houve interação significativa entre os três fatores em estudo Bráquete, Fio e Corrente elástica (p = 0,083). A interação dupla Bráquete x Fio foi significativa (p < 0,001). A análise de variância a três critérios entre Braquete x Corrente elástica foi significativa (p = 0,003). A interação Fio x Corrente elástica também foi dada como significativa pela análise de variância a três critérios (p < 0,001). O teste de Tukey indicou que quando se utilizou fio aço .018", não houve diferença entre os bráquetes autoligados passivos e ativos quanto à resistência ao atrito. Para o fio .019" x .025", a resistência ao atrito foi significativamente menor com o uso dos bráquetes autoligados passivos. Independentemente do fio, a resistência ao atrito na ausência de corrente elástica ou quando esta estava sob o fio foi significativamente menor em relação aos valores obtidos quando a corrente estava sobre o fio. Pode-se concluir que a corrente elástica posicionada sobre o fio gerou maior resistência ao atrito em todos os bráquetes testados, sugerindo-se a utilização da corrente sob o fio nos bráquetes autoligados quando se deseja menor atrito.
Palavras chave: Bráquetes autoligados. Atrito. Método de ligação.
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Palavras chave: Bráquetes autoligados. Atrito. Método de ligação.
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Avaliação do atrito produzido pelo uso da corrente elástica posicionada sob ou sobre o fio em bráquetes autoligados passivos e ativos
Rodrigo Romano da Silva
Avaliação do atrito produzido pelo uso da corrente elástica posicionada sob ou sobre o fio em bráquetes autoligados passivos e ativos
Rodrigo Romano da Silva
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