Avaliação da microdureza interna de cavidades restauradas com diferentes tipos de cimento de ionômero de vidro e resina composta após ciclagem de PH
Soraya Quagliato Nogueira.
Dissertação
por
D24
Campinas : [s.n.], 2011.
95 f. : il.
Dissertação (Mestrado em Dentística) Centro de Pesquisas Odontológicas São Leopoldo Mandic.
O objetivo desta pesquisa foi avaliar a microdureza interna de cavidades restauradas com diferentes cimentos de ionômero de vidro e resina composta após desafio cariogênico com ciclagem de pH. Foram selecionados 40 dentes terceiros molares, sendo realizadas 80 cavidades Classe V (2,0 mm de...
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O objetivo desta pesquisa foi avaliar a microdureza interna de cavidades restauradas com diferentes cimentos de ionômero de vidro e resina composta após desafio cariogênico com ciclagem de pH. Foram selecionados 40 dentes terceiros molares, sendo realizadas 80 cavidades Classe V (2,0 mm de profundidade e 2,0 mm de diâmetro) na região da junção amelo-cementária, tanto nas faces vestibulares quanto nas linguais. Em seguida foram divididas em oito grupos experimentais (n=10): G1 - Resina composta fotopolimerizável (Z350 3M-ESPE); G2 - Cimento de Ionômero de Vidro para Restauração (Vidrion R® - SSWHITE); G3 - Cimento de Ionômero de Vidro Modificado por Resina (Vitremer® - 3M-ESPE); G4 - Cimento de Ionômero de Vidro contendo Antimicrobianos (Farmácia Fórmula & Ação®) e os grupos G5 a G8 foram restaurados com os mesmos materiais; porém, foram submetidos as ciclagens de pH por ciclos. Para a realização do ensaio de microdureza interna, as restaurações foram seccionadas no sentido vestíbulo lingual e embutidas em resina de poliester. As superfícies foram polidas com lixa de granulação 1200 em máquina politriz Aropol2V (Arotec), e o teste de microdureza dureza Knoop foi realizado no microdurômetro digital marca Pantec, modelo HVS-1000, com 10g de carga por 5s. Em cada amostra foram realizadas dezoito indentações, sendo nove indentações em esmalte e nove indentações em dentina, em diferentes profundidades (20, 40 e 60 µm) e distâncias (100, 200 e 300 µm). Os dados foram submetidos aos Testes Anova e Tukey. Os resultados demonstraram que tanto para esmalte como para dentina não houve diferença estatisticamente significativa entre os materiais estudados - esmalte (p=0,8534) e dentina (p=0,8589). Os grupos que foram submetidos à ciclagem de pH apresentaram menor microdureza em todas as distâncias e profundidades (esmalte e dentina; p?0,0001). No esmalte, o cimento de ionômero de vidro convencional e a resina não apresentaram diferença entre as distâncias e profundidades (p?0,05) e na dentina todos os materiais apresentaram maior média de microdureza na distância 100 µm, seguido de 200 µm e 300 µm (p?0,05), independente da ciclagem de pH. Concluiu-se que ciclagem de pH influenciou negativamente os valores de microdureza interna de todos os materiais, independente do substrato dental. Para esmalte, nenhum material foi capaz de impedir a desmineralização ao redor das restaurações em esmalte e dentina, porém apresentaram maior inibição da desmineralização nas margens mais próximas à dentina.
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