Avaliação de reabsorção radicular apical externa em pacientes tratados com a disciplina de Alexander
Cassandra Ribeiro Pasinato.
Dissertação
por
D4
Campinas : [s.n.], 2007.
68 p.
Dissertação (Mestrado em Ortodontia) - Centro de Pesquisas Odontologicas São Leopoldo Mandic.
O objetivo deste trabalho foi avaliar o índice de ocorrência de reabsorção radicular apical externa (RRAE) e a severidade desta patologia, em pacientes tratados ortodonticamente com a Disciplina de Alexander. Foi utilizado o programa AutoCAD 2006 para obtermos as proporções raiz/coroa iniciais e...
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O objetivo deste trabalho foi avaliar o índice de ocorrência de reabsorção radicular apical externa (RRAE) e a severidade desta patologia, em pacientes tratados ortodonticamente com a Disciplina de Alexander. Foi utilizado o programa AutoCAD 2006 para obtermos as proporções raiz/coroa iniciais e finais dos incisivos centrais e laterais superiores e inferiores, através de 122 radiografias panorâmicas (pré-tratamento e pós-tratamento) de 61 pacientes portadores de maloclusão de Classe II de Angle, de ambos os gêneros, com idades variando entre 9 e 14 anos, os quais foram divididos em quatro grupos de acordo com a mecânica de elásticos intermaxilares utilizada. O grau de RRAE de cada dente foi determinado pelo valor da diferença entre as proporções raiz/coroa inicial e final dos mesmos. Dos 488 dentes avaliados, 313 (64,14%) não apresentaram nenhum grau de RRAE e em 175 elementos (35,86%) observou-se algum grau de encurtamento radicular, sendo 142 com reabsorção leve a moderada e 33 com reabsorção severa a extrema, sem nenhuma correlação com o uso dos elásticos intermaxilares, como mostrou a regressão linear múltipla (p=0,1326). Da mesma forma, a regressão linear múltipla mostrou que não houve correlação entre o tempo total de tratamento (p=0,3852) nem com o número de dentes com RRAE nem com a severidade da patologia (p=0,9124; 0,3291 e 0,1525, respectivamente). Conclui-se, ainda, que o número de dentes com RRAE não foi influenciado pela presença de hábitos bucais deletérios (ANOVA multivariada, p=0,834) ou pelo tipo de mordida do paciente (ANOVA multivariada, p=0,499).
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