Aumento do rebordo alveolar atrófico com enxerto de osso autógeno intrabucal associado ou não ao uso de barreiras para instalação de implantes osseointegráveis
Stela Neuza Freitas Rafael
Dissertação
por
D D762
Campinas : [s.n.], 2007.
64 p. : il.
Dissertação (Mestrado em Implantodontia) - Centro de Pesquisas Odontologicas São Leopoldo Mandic.
O uso da técnica da regeneração tecidual guiada (RTG) faz parte das ferramentas cirúrgicas para reconstrução do tecido ósseo da cavidade bucal. Nos últimos anos, esta técnica permitiu sua aplicação na reconstituição dos rebordos alveolares em indivíduos total ou parcialmente edêntulos. Assim, as...
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O uso da técnica da regeneração tecidual guiada (RTG) faz parte das ferramentas cirúrgicas para reconstrução do tecido ósseo da cavidade bucal. Nos últimos anos, esta técnica permitiu sua aplicação na reconstituição dos rebordos alveolares em indivíduos total ou parcialmente edêntulos. Assim, as membranas são usadas associadas ou não aos enxertos ósseos autógenos para aumentar a altura e/ou a largura de tais rebordos para, então, promover em uma segunda fase cirúrgica, a instalação de implantes dentários osseointegráveis. Esta revisão de literatura descreve o uso de enxertos ósseos autógenos de origem intrabucal, associado ou não ao uso de barreiras, na reconstrução de rebordos ósseos alveolares total ou parcialmente edêntulos com finalidade de instalação de implantes osseointegráveis ou em áreas com implantes dentários já instalados. Constatou-se nesta que o desenvolvimento da regeneração óssea guiada marcou uma nova fase na prática da Implantodontia. Obteve-se como resultado a relação custo e benefício do valor clínico da aquisição da RTG, tornando-a um avanço tecnológico nas cirurgias para instalação de implantes dentários de titânio. A técnica da membrana evita a proliferação apical do tecido epitelial, permitindo assim o crescimento exclusivo de tecido ósseo. O novo osso formado surge como resultado da estabilização do coágulo sanguíneo e a proteção do processo de ossificação a partir da pressão exercida sobre o tecido subjacente, assim como, a exclusão das células de tecido mole pela membrana, além do volume do espaço entre a membrana e a superfície do implante. Conclui-se que o sucesso dos enxertos ósseos autógenos de origem intrabucal utilizados na remodelação óssea dos maxilares reabsorvidos apresenta vantagens clínicas e anatômicas, tais como, incorporação do osso, volume ósseo suficiente para instalação dos implantes dentários em posições corretas e apontam a sínfise mandibular como doador de relativo sucesso devido a sua boa previsibilidade, morfologia, e mínima reabsorção. Porém a taxa de falhas com o uso da técnica da membrana é pequena, em torno de 6 a 10%.
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