Avaliação da resistência à flexão e a tração da solda de prata, ouro e a ponto em Ortodontia
Cristiane Martins Rodrigues Bernardes.
Dissertação
por
D4
Campinas : [s.n.], 2007.
65 p. : il., + 12 anexos.
Dissertação [Mestrado em Ortodontia] - Centro de Pesquisas Odontológicas São Leopoldo Mandic.
Este trabalho teve como objetivo avaliar a resistência à tração e flexão da solda de prata, ouro e a ponto em fios de aço inoxidável encontradas no mercado, e determinar o limite de máxima resistência. Foram usados três tipos de solda, sendo uma solda comercial a base de prata (solda Unitek), solda...
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Este trabalho teve como objetivo avaliar a resistência à tração e flexão da solda de prata, ouro e a ponto em fios de aço inoxidável encontradas no mercado, e determinar o limite de máxima resistência. Foram usados três tipos de solda, sendo uma solda comercial a base de prata (solda Unitek), solda a ponto com a máquina de solda Kernit SMP 3000 e solda a base de ouro, manipulada especialmente para este trabalho. Foram confeccionados trinta corpos-de-prova para cada tipo de solda com os fios de aço inoxidável na espessura 018" x 025" (UNITEK, GAC e RMO) totalizando noventa corpos-de-prova. Todas as soldas foram realizadas pelo mesmo operador. A máquina utilizada para a soldagem elétrica a ponto foi a Kernit SMP 3000, enquanto a solda do tipo ouro e prata foram realizadas com um maçarico gás-oxigênio utilizando fundente (Rock Mountain). Os corpos-de-prova foram divididos em dois grupos, sendo os do grupo I submetidos somente à força de tração e os corpos-de-prova do grupo II foram submetidos primeiramente à força de flexão (14 ciclos) e posteriormente a força de tração, ambos na máquina EMIC DL 2000. Os resultados foram avaliados estatisticamente pela Análise de Variância (ANOVA) e pelo Método de Tukey (5%). Apesar de todas as soldagens terem sido realizadas por um mesmo operador e nas mesmas condições laboratoriais, os valores obtidos foram variáveis, demonstrando a importância da habilidade do operador no momento da soldagem. A comparação entre os grupos I e II apresentou resultados estatisticamente significantes, onde a força resultante do rompimento dos fios é menor para o grupo II, ou seja, aquele que foi submetido a 14 ciclos de movimento de flexão, antes do movimento de tração, indicando provavelmente, a fadiga do fio. Palavras-chave: Ortodontia. Soldagem em Odontologia. Fios Ortodônticos. Resistência à tração.
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Cristiane Martins Rodrigues Bernardes.
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