Desordens temporomandibulares : estudo epidemiológico em indivíduos adultos sintomáticos e assintomáticos
Alessandro Huelber Nogueira Pinheiro.
Dissertação
por
D3
Campinas : [s.n.], 2005.
131 p. : il., +14 anexos.
Dissertação (Mestrado em Prótese Dentária) - Centro de Pesquisas Odontológicas São Leopoldo Mandic
Desordem Temporomandibular é um termo coletivo que engloba um largo espectro de problemas clínicos articulares e musculares na área orofacial, caracterizada primeiramente pela dor, ruídos articulares e funções irregulares ou limitadas da mandíbula. Foram avaliados clinicamente 74 indivíduos na...
Ver mais
Desordem Temporomandibular é um termo coletivo que engloba um largo espectro de problemas clínicos articulares e musculares na área orofacial, caracterizada primeiramente pela dor, ruídos articulares e funções irregulares ou limitadas da mandíbula. Foram avaliados clinicamente 74 indivíduos na Clínica de Dor da Faculdade de Odontologia de Valença (FOV), com idade entre 16 e 55 anos, de ambos os gêneros, utilizando ficha clínica específica. Estes indivíduos foram separados em dois grupos: o Grupo I, composto de 39 pacientes com sintomatologia dolorosa e o Grupo II de 35 voluntários assintomáticos, com o objetivo de avaliar a prevalência dos sinais e sintomas, a sintomatologia mais freqüente, o grau de severidade, o provável diagnóstico, a relevância epidemiológica entre gênero e idade nesta população e a necessidade de tratamento da disfunção temporomandibular, de acordo com os critérios existentes na literatura. Os resultados mostraram uma diferença significativa em relação à prevalência dos sinais e sintomas de DTM entre os indivíduos sintomáticos e assintomáticos, sendo positiva em relação ao grupo dos indivíduos sintomáticos. Existiu diferença estatística entre os gêneros, sendo encontrado uma proporção de 70% de mulheres com DTM e que os indivíduos de ambos os gêneros são principalmente afetados durante a segunda e terceira década de vida. O sintoma mais freqüente no grupo dos indivíduos sintomáticos foi a dor articular. Concluiu-se que o diagnóstico deve ser baseado confrontando: a presença do paciente com a sua queixa principal de dor; exames físicos de auscultação e palpação da ATM e dos músculos mastigatórios; verificação da amplitude de abertura de boca. A necessidade de tratamento é determinada pela limitação da função mandibular e presença de sintomatologia dolorosa.
Ver menos
Desordens temporomandibulares : estudo epidemiológico em indivíduos adultos sintomáticos e assintomáticos
Alessandro Huelber Nogueira Pinheiro.
Desordens temporomandibulares : estudo epidemiológico em indivíduos adultos sintomáticos e assintomáticos
Alessandro Huelber Nogueira Pinheiro.
Exemplares
Nº de exemplares: 1
Não existem reservas para esta obra