Avaliação da relação maxilomandibular após o uso de aparelho extrabucal conjugado com placa expansora no tratamento de maloclusão de Angle classe II divisão I.
Ariane Loureiro Carpentiere.
Dissertação
por
D4
Campinas : [s.n.], 2005.
96 p. : il., + 11 anexos.
Dissertação (Mestrado em Ortodontia) - Centro de Pesquisas Odontológicas São Leopoldo Mandic.
No intuito de investigar alterações ântero-posteriores no relacionamento maxilomandibular após o uso de placa expansora encapsulada conjugada à ancoragem extrabucal no tratamento da maloclusão de Classe II divisão 1, foram comparadas telerradiografias em norma lateral de cabeça iniciais e finais de...
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No intuito de investigar alterações ântero-posteriores no relacionamento maxilomandibular após o uso de placa expansora encapsulada conjugada à ancoragem extrabucal no tratamento da maloclusão de Classe II divisão 1, foram comparadas telerradiografias em norma lateral de cabeça iniciais e finais de uma amostra de 31 pacientes, com padrão de crescimento vertical, sendo 15 do gênero feminino, com idade média de 9,53±1,62 anos e 16 do gênero masculino com 9,9±2,06 anos. Além das modificações ântero-posteriores foi analisada também a manutenção do controle vertical nos casos tratados. Após a obtenção dos traçados cefalométricos, segundo metodologia proposta por MIDTGARD, as medidas foram submetidas à análise de variância (ANOVA) a fim de se avaliar a evolução, desvio-padrão e nível de significância. Os resultados mostraram melhora no relacionamento maxilomandibular com redução significativa do ângulo ANB em média de -1,32°±1,06 para o gênero feminino e de -1,39°±0,63 para o masculino assim como uma diminuição de -2,03±1,45 mm para o gênero feminino e de -1,41±1,34 mm para o masculino na medida AO-BO (p<0,001). Foi observada restrição do crescimento da maxila com a redução do SNA em -1,05°±1,26 no gênero feminino e -0,89±1,01 no gênero masculino (p<0,001), com um pequeno aumento em milímetros de 0,67±2,01 para o gênero feminino e de 0,80±4,56 da medida Co-A (p<0,05). Houve alteração no ângulo SNB com aumento de 0,25°±0,77 para o gênero feminino e de 0,47°±1,11 para o masculino (p<0,05) enquanto que para a medida Co-Gn que evidencia o comprimento mandibular houve um aumento significativo de 3,17±3,24 milímetros para o gênero feminino e de 2,85±3,12 para o masculino (p<0,001). O AEB conjugado foi eficiente na correção da maloclusão de Classe II divisão 1, com controle vertical, levando-se em conta principalmente a tendência de crescimento dos pacientes da amostra, com a estabilidade do ângulo FMA, que reduziu em média -1,0°±1,43 no gênero feminino e -0,17°±1,74 no masculino (p=0,051) e um pequeno aumento de 0,62°±0,89 para o gênero feminino e de 0,25°±1,23 (p<0,05) para o masculino da medida SNGn.
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Ariane Loureiro Carpentiere.
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