Frequência e posições de terceiros molares retidos, em amostra de pacientes do município de Chavantes, SP
Luiz Fernando Gonçalez Alves.
Dissertação
por
D72
Campinas : [s.n.], 2009.
75 p. : il.
Dissertação (Mestrado em Semiologia - Cirurgia e Traumatologia Buco-Maxilo-Facial) - Centro de Pesquisas Odontológicas São Leopoldo Mandic
O propósito deste trabalho foi avaliar: a) a freqüência de terceiros molares inclusos em radiografias panorâmicas; b) relacionar as inclusões com o gênero dos pacientes; c) determinar a ocorrência de inclusões de acordo com as classificações de Winter (1926), Pell & Gregory (1933) e Ries Centeno...
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O propósito deste trabalho foi avaliar: a) a freqüência de terceiros molares inclusos em radiografias panorâmicas; b) relacionar as inclusões com o gênero dos pacientes; c) determinar a ocorrência de inclusões de acordo com as classificações de Winter (1926), Pell & Gregory (1933) e Ries Centeno (1964). Foram analisadas 104 radiografias, obtidas durante os anos de 2000 a 2007. Essas radiografias pertenciam a 66 indivíduos do gênero feminino (63,46%) e 38 do gênero masculino (36,5%), com idades compreendendo de 14 a 56 anos. Para os terceiros molares inferiores inclusos, as classificações utilizadas foram as de Winter e Pell & Gregory. Para os superiores usou-se a classificação de Ries Centeno. Foram encontradas 320 inclusões de terceiros molares, sendo 180 pertencentes aos inferiores (56,25%) e 140 aos superiores (43,75%). Os valores encontrados para os dentes inclusos do lado direito foram os mesmos do lado esquerdo dos arcos dentais. Em relação às suas posições na mandíbula, os terceiros molares apresentaram como posição mais freqüente a mésio-angular com 88 dentes, representando 48,90% dos casos, seguida da vertical com 64 elementos (35,55%) e horizontal com 28 dentes (15,55%). Não foram observados dentes inclusos nas posições IV a VII. Ainda para os terceiros molares inferiores inclusos, quanto à sua relação com o ramo da mandíbula, verificou-se que a classe 2ª, foi a mais freqüente (77,22%), seguida da classe 1ª (16,67%) e da classe 3ª (6,11%). Em relação à profundidade relativa do terceiro molar inferior no tecido ósseo, observou-se que a posição mais freqüente foi a B (55,00%), seguida da A (41,67%) e da C (3,33%). Os superiores foram mais encontrados na posição vertical (70,00%), seguida da disto-angular (22,14%), da mésio-angular (6,43%) e paranormal (1,43%). A posição horizontal não foi encontrada nos terceiros molares superiores inclusos. Concluiu-se que: a) Os terceiros molares inferiores inclusos foram mais freqüentes (56,25%) que os correspondentes superiores (43,75%). b) As inclusões prevaleceram no gênero feminino com a média de 3,15 dentes por paciente. No sexo masculino a media foi de 2,95 inclusos por paciente. c) Os terceiros molares inferiores tiveram maior freqüência na posição III - mésio-angular (48,90%), e em relação ao ramo mandibular, 77,22% apresentavam-se em classe 2ª. Quanto à profundidade óssea, a posição B foi predominante. d) Os terceiros molares superiores em sua maioria apresentavam a posição A - vertical como a de maior ocorrência.
Palavras-chave: Dentes retidos. Dentes inclusos. Freqüência e localização. Ver menos
Palavras-chave: Dentes retidos. Dentes inclusos. Freqüência e localização. Ver menos
Arsati, Franco
Orientador
Frequência e posições de terceiros molares retidos, em amostra de pacientes do município de Chavantes, SP
Luiz Fernando Gonçalez Alves.
Frequência e posições de terceiros molares retidos, em amostra de pacientes do município de Chavantes, SP
Luiz Fernando Gonçalez Alves.
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