A importância do aumento de rebordo, com o uso de enxerto autógeno para obtermos êxito nos implantes [recurso eletrônico]
Paulo Ricardo Gonçalves de Freitas.
Dissertação
por
D762
2003.
64 f. : il., + 5 anexos.
Dissertação (Mestrado em Implantodontia ) - Centro de Pesquisas Odontológicas São Leopoldo Mandic.
Sem dúvida nenhuma os implantes osseointegrados vieram para solucionar problemas e otimizar resultados na odontologia. Assim com o crescente estudo e a evolução desta área esta sendo possível reabilitar pacientes edêntulos totais ou parciais. Mas para tanto é necessário que se tenha uma quantidade e...
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Sem dúvida nenhuma os implantes osseointegrados vieram para solucionar problemas e otimizar resultados na odontologia. Assim com o crescente estudo e a evolução desta área esta sendo possível reabilitar pacientes edêntulos totais ou parciais. Mas para tanto é necessário que se tenha uma quantidade e qualidade suficiente de tecido ósseo para nos permitir a colocação de implantes em condições ideais; seja em quantidade, diâmetro e comprimento. Não tendo essas condições devemos optar por um material que possa reverter este quadro. Entre os vários materiais testados o enxerto autógeno é considerado o melhor material para reconstrução óssea, pois são biocompatíveis, estimulam o ciclo da neoformação óssea (Osteogênese, Osseindução e Osteocondução)e permite a ação de agentes indutores (BMP) e células progenitoras, apresentando propriedades mecânicas satisfatórias e não transmitem infecções. Possuem excelente capacidade de revascularização estimulando áreas ao redor do enxerto, formando uma nova trama dando início a irrigação da área enxertada. Quanto as áreas doadoras, podemos classifica-las em intra-orais e extra orais. Sendo que a sua escolha dependera da quantidade de osso necessário para restaurar a área atrófica, determinada através de exames específico, podendo citar as tomografias digitais que nos permitem uma visão tridimensional da região afetada, mas também podemos utilizar as tomografias lineares. Assim sendo a manutenção do volume inicial, a rápida incorporação e cicatrização são fatores que determinam o sucesso previsível do enxerto autógeno sendo relacionados a sua origem embrionária e a similaridade bioquímica do osso doador com o receptor. Assim rebordos atróficos seja em altura como em espessura, seja na maxila como na mandíbula podem readquirir os seus volumes ósseos com o uso do enxerto autógeno. Dando assim a possibilidade de instalarmos implantes em condições ideais e melhorar a distribuição das cargas, a relação inter-arcos, no perfil, na sustentação naso labial, na fonação ou seja melhorando a estética perdida.
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Paulo Ricardo Gonçalves de Freitas.
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