Avaliação da regeneração óssea com uso de uma barreira anodizada de titânio associada a enxerto ósseo em defeitos críticos na calota craniana de ratos [recurso eletrônico]
Danyela Haykel Claro dos Santos Silva
Dissertação
por
Campinas : [s.n.], 2023.
57f. : il.
Dissertação (Mestrado em Periodontia) - Centro de Pesquisas Odontológicas São Leopoldo Mandic.
A barreira anodizada de titânio e o enxerto xenógeno são biomaterias utilizados na regeneração óssea guiada. A barreira que controla o infiltrado celular do tecido conjuntivo e o enxerto auxiliando no crescimento ósseo favorecendo a regeneração óssea no alvéolo. O objetivo desse estudo foi avaliar o...
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A barreira anodizada de titânio e o enxerto xenógeno são biomaterias utilizados na regeneração óssea guiada. A barreira que controla o infiltrado celular do tecido conjuntivo e o enxerto auxiliando no crescimento ósseo favorecendo a regeneração óssea no alvéolo. O objetivo desse estudo foi avaliar o efeito da associação da barreira de titânio e do enxerto xenógeno sobre a formação de novo osso em um modelo de defeito crítico em calvária de ratos. 15 ratos Wistar foram submetidos a um procedimento cirúrgico com broca trefina para criação de dois defeitos críticos na calota craniana, totalizando 30 defeitos. Esses defeitos foram divididos aleatoriamente em três grupos (n=10): Grupo CG - defeitos preenchidos com coágulo sanguíneo, sem barreira; Grupo BT - defeitos preenchidos com coágulo sanguíneo e recobertos com a barreira anodizada de titânio; e Grupo XE - defeitos preenchidos com a associação do enxerto ósseo xenógeno recoberto com a barreira anodizada de titânio. Após 30 dias, os animais foram eutanasiados e a calota craniana avaliada histologicamente quanto a área de formação do novo osso. Os dados foram analisados estatisticamente através do teste ANOVA considerando o nível de significância de 5%. Os resultados demonstraram que o grupo BT apresentou uma menor área de formação óssea (0,91mm2) quando comparado ao grupo CG (1,41mm2). Por outro lado, no grupo XE a associação da barreira com enxerto contribuiu para uma formação óssea similar ao grupo CG (1,47mm2). Esses achados indicam que a associação do enxerto ósseo com a barreira anodizada de titânio estimula a neoformação óssea, em defeitos críticos em modelo animal, quando comparado à utilização da membrana isoladamente.
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