Estudo da qualidade de união na interface e ligas metálicas com cimentos adesivos utilizados em prótese parcial fixa
Monclair Vitorio Portolani Junior.
Dissertação
por
D3
Campinas : [s.n.], 2004.
213 p. : il.
Dissertação (Mestrado em Prótese Dentária ) - Centro de Pesquisas Odontológicas São Leopoldo Mandic.
Grandes avanços, na década de 90, foram alcançados no sentido de maior compreensão do mecanismo de adesão; porém, estes estudos foram concentrados para a interface cimento/dentina e pouca atenção se tem dado à interface cimento/metal, sendo que as maiores falhas ocorrem nesta interface. Os novos...
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Grandes avanços, na década de 90, foram alcançados no sentido de maior compreensão do mecanismo de adesão; porém, estes estudos foram concentrados para a interface cimento/dentina e pouca atenção se tem dado à interface cimento/metal, sendo que as maiores falhas ocorrem nesta interface. Os novos cimentos adesivos, bem como os condicionadores para superfície interna de restaurações metálicas e para estrutura dental, são considerados como os principais avanços para adesão em Prótese Parcial Fixa, o que pode tornar mais seguro o processo de fixação de restaurações indiretas. Diante destes desenvolvimentos, é oportuno avaliar sistemas de adesão às ligas comumente usadas; o que pode servir como parâmetro para o Cirurgião-Dentista, no momento de selecionar seus materiais e técnicas. O objetivo desta pesquisa é verificar na literatura análises referentes à resistência de união entre ligas metálicas, obtida através de diferentes agentes cimentantes adesivos (cimento resinoso e cimento de ionômero de vidro) e tratamentos realizados nesta superfície (metálica). Deste modo, pode-se concluir que, o desempenho de ambos os cimentos adesivos frente às ligas metálicas é em ordem decrescente para as ligas: não nobres, seminobres e nobres. Os métodos de condicionamento de superfície metálica que proporcionam uma resistência de união mais eficiente com cimentos adesivos, em relação ao cimento resinoso, para ligas não nobres é: microjateamento com óxido de alumínio com partículas de 50 mm e limpeza da peça protética com água destilada em ultra-som por 10 minutos; para ligas seminobres: microjateamento com óxido de alumínio com partículas de 110-250 mm, limpeza da peça protética com água destilada em ultra-som por 10 minutos e aplicação do sistema "Siloc"; para ligas nobres: microjateamento com óxido de alumínio com partículas de 50 mm, limpeza da peça protética com água destilada em ultra-som por 10 minutos e eletrodeposição de estanho ("Tin Plate"). Em relação ao cimento de ionômero de vidro, para ligas não nobres: microjateamento com óxido de alumínio com partículas de 50 mm e limpeza da peça protética com água destilada em ultra-som por 10 minutos; para ligas seminobres e nobres: microjateamento com óxido de alumínio com partículas de 50 µm, limpeza da peça protética com água destilada em ultra-som por 10 minutos e eletrodeposição de estanho ("Tin Plate").
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