Gestantes soropositivas para sífilis e hiv atentidas e admitidas para o parto na santa casa de sorocaba e suas percepções a respeito dessas infecções [recurso eletrônico]
David Vinicius Davida
Dissertação
por
Campinas : [s.n.], 2022.
70f. : il.
Dissertação (Mestrado em Saúde Coletiva) - Centro de Pesquisas Odontológicas São Leopoldo Mandic
Esta dissertação abordou a temática sobre 68 gestantes soropositivas para sífilis e HIV atendidas e admitidas para o parto na maternidade da Santa Casa de Sorocaba num período de 12 meses. A existência de testes diagnósticos sensíveis, tratamento efetivo e de baixo custo, para a Sífilis e o HIV, nos...
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Esta dissertação abordou a temática sobre 68 gestantes soropositivas para sífilis e HIV atendidas e admitidas para o parto na maternidade da Santa Casa de Sorocaba num período de 12 meses. A existência de testes diagnósticos sensíveis, tratamento efetivo e de baixo custo, para a Sífilis e o HIV, nos dias atuais, não impedem que essas duas infecções persistam como sérios e importantes problemas de saúde pública no Brasil. A escolha do tema se justifica dada a sua importância em saúde coletiva no Brasil, considerando o significante número de casos de infecção pelo HIV e sífilis durante o pré-natal. Os objetivos da pesquisa foram: conhecer a prevalência, entre as gestantes admitidas para o parto, que apresentaram infecção pelo HIV ou sífilis, num período de 12 meses na Maternidade da Santa Casa de Sorocaba/SP e avaliar, através da aplicação de questionários às puérperas com uma ou com ambas infecções, o tipo de informação recebido sobre as doenças e suas consequências para si mesmas e seus bebês. Para a coleta dos dados foi construído um questionário com 30 questões fechadas de múltipla escolha; as questões que abordam as variáveis de interesse: conhecimentos sobre a doença, acompanhamento pré-natal, acompanhamento pós-natal, risco de transmissão vertical da infecção, acompanhamento do parceiro sexual. Nosso estudo mostrou que a prevalência das doenças estudadas nesse período foi de 2,95% para sífilis e 0,37% para HIV. Apesar de 100% das puérperas terem feito acompanhamento pré-natal, e quase todas terem feito testes sorológicos para as duas doenças na gestação atual, as informações oferecidas foram insuficientes para orientação adequada e acompanhamento de mães e bebês.
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