Comportamento biomecânico de implantes com conexão interna cônica, com angulações de 11,5 e 16 graus na interface implante-pilar em prótese unitária - análise de elementos finitos [recurso eletrônico]
Gabriel Goetten
Dissertação
por
Campinas - SP : Faculdade São Leopoldo Mandic, 2023.
48f. : il.
Dissertação (Mestrado em Implantodontia) - Centro de Pesquisas Odontológicas São Leopoldo Mandic.
A proposta desse estudo foi analisar a distribuição de tensões em implantes com conexões internas, através do método de análise por elementos finitos. Foram utilizados nessa pesquisa dois modelos de implantes com conexões internas, que apresentam características geométricas diferentes, com...
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A proposta desse estudo foi analisar a distribuição de tensões em implantes com conexões internas, através do método de análise por elementos finitos. Foram utilizados nessa pesquisa dois modelos de implantes com conexões internas, que apresentam características geométricas diferentes, com angulações internas de 11,5 (M1) e 16 graus (M2). Os modelos virtuais foram elaborados no programa Rhinoceros, representando uma prótese unitária parafusada na região de molar inferior direito. Foram aplicadas cargas de 100N em duas direções, sendo uma no sentido longo eixo do implante e outra oblíqua com 45 graus. No processamento foi utilizado o software Ansys Worbench 16.0, gerando resultados, determinando os mapas de tensão, o que permitiu avaliar as tensões geradas na região óssea peri-implantar e nas estruturas protéticas. Os resultados apresentaram diferenças significativas nos dois grupos testados, podendo sugerir que a conicidade da conexão protética pode influenciar o comportamento biomecânico do sistema implante-pilar. O grupo M1 com 11,5 graus de conicidade resultou em maiores picos de tensão no implante, pilar, parafuso e coroa protética quando comparado ao grupo M2 de 16 graus. As tensões de tração e compressão no osso adjacente, foram menores no grupo M1 com conicidade de 11,5 graus.
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