Resistência ao cisalhamento de cerâmicas vítrea e zircônia com diferentes tipos de união e seus modos de falha [recurso eletrônico]
Giovana Zanoni Lanfranchi
Dissertação
por
Campinas : [s.n.], 2020.
34f. : il.
Dissertação (Mestrado em Implantodontia) - Centro de Pesquisas Odontológicas São Leopoldo Mandic.
Introdução: A delaminação e falha na união entre cerâmicas de cobertura e infraestrutura nas restaurações protéticas são complicações comuns descritas na literatura. Objetivo: analisar, através de um ensaio de cisalhamento, a resistência de três tipos diferentes de união da cerâmica à base de...
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Introdução: A delaminação e falha na união entre cerâmicas de cobertura e infraestrutura nas restaurações protéticas são complicações comuns descritas na literatura. Objetivo: analisar, através de um ensaio de cisalhamento, a resistência de três tipos diferentes de união da cerâmica à base de dissilicato de lítio a diferentes estruturas cerâmicas: aplicação de cerâmica, cimentação resinosa e cerâmica fundida com zircônia (CAD-on); e então caracterizar o modo de falha Materiais e métodos: foram confeccionados 30 corpos de provas com blocos de cerâmica a base de dissílicato de lítio prensado (IPS e.max Press HT; Ivoclar Vivadent), 10 blocos de zircônia (IPS e.max ZirCAD; Ivoclar Vivadent) e outros 10 blocos de dissilicato de lítio fresado (IPS e.max CAD; Ivoclar Vivadent). A Zircônia foi unida ao dissilicato por cerâmica fundida (IPS e.max Crystall/connect; Ivoclar Vivadent), grupo CO (n=10); o dissilicato de lítio, no grupo CA (n=10), foi aplicado cerâmica por estratificação (IPS e.max Ceram; Ivoclar Vivadent) sobre os blocos; e o terceiro grupo, CR (n=10), a união foi feita por cimento resinoso (Variolink N; Ivoclar Vivadent). As amostras foram armazenadas em ambiente úmido e então submetidas ao teste de cisalhamento em máquina universal de ensaios. O modo de falha foi analisado sob microscópio e categorizado em falha adesiva, coesiva ou mista. Resultados: Os três grupos apresentaram resistência ao cisalhamento semelhantes, segundo a análise de variância (p = 0,753): grupo CO 25,38 ±8,8 MPa; CA 27,76±5,07 MPa e grupo CR 26,25±7,00 MPa. Aplicado o teste G nos modos de falha foi observada diferença significante entre os grupos. As falhas adesivas foram observadas nos grupos CO e CR em proporções de 30% e 40% das amostras, respectivamente. As falhas coesivas foram observadas no grupo CA (20%) e CR (20%). No geral, falhas mistas foram as mais prevalentes, representando de 50 a 80% das rupturas. Conclusão: Todas as uniões apresentaram uma resistência ao cisalhamento satisfatória, respeitando a correta execução e indicação de casa situação.
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