Avaliação histomorfométrica de diferentes associações de enxertos em levantamento de seio maxilar em cavidades antrais amplas [recurso eletrônico]
Mauricio Marcelo Harlos
Tese
por
Campinas : [s.n.], 2021.
38f.: : il.
Tese (Doutorado em Implantodontia) - Centro de Pesquisas Odontológicas São Leopoldo Mandic.
O seio maxilar e? o maior dos seios paranasais e sua pneumatização pode dificultar ou impossibilitar a instalação de implantes osseointegráveis e sua consequente reabilitação funcional, exigindo eventualmente técnicas regenerativas. Este estudo avaliou histologicamente, na altura do 8o ao 10o mm à...
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O seio maxilar e? o maior dos seios paranasais e sua pneumatização pode dificultar ou impossibilitar a instalação de implantes osseointegráveis e sua consequente reabilitação funcional, exigindo eventualmente técnicas regenerativas. Este estudo avaliou histologicamente, na altura do 8o ao 10o mm à partir do rebordo alveolar, o comportamento de diferentes materiais de enxerto em seios maxilares amplos e com remanescentes ósseos inferiores a 3 mm. Um total de 26 pacientes e 42 seios maxilares foram submetidos ao procedimento de levantamento de seio, via janela lateral e preenchidos aleatoriamente com os seguintes materiais (n=14/grupo): Grupo 1 - Bio-Oss + osso autógeno (proporção 70:30, respectivamente), Grupo 2- Bio-Oss+ L-PRF, e Grupo 3- Bio-Oss. Após 8 meses, durante a instalação dos implantes, amostras de osso foram coletadas com trefina de 3,3 mm de diâmetro e submetidas às análises histológicas e histomorfométricas, coradas em HE. Para mensuração da área de osso neoformado utilizou-se um software de análise ImageJ (e quantificadas em micrômetros quadrados (µm2). Os dados foram tabulados para análise estatística, adotando-se nível de significância de 5%. Os resultados evidenciaram maior área de osso neoformado para o G1, com média de 39.97%, quando comparado ao G2 de 28.60% e G3 de 26.81% (p<0,05). Adicionalmente, observou-se que em G2, menor quantidade de partículas de Bio-Oss, com ampla presença de tecido conjuntivo. Conclui-se que a neoformação óssea foi significativamente maior quando o osso autógeno foi agregado ao Bio-Oss em seios maxilares amplos, quando comparado ao L-PRF.
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Mauricio Marcelo Harlos
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