Avaliação por meio de tomografia computadorizada de feixe cônico da prevalência de periodontite apical em canais não obturados em dentes tratados endodonticamente [recurso eletrônico]
Diego Mendonça Lima
Tese
eng
Campinas : [s.n.], 2020.
60f. : il.
Tese (Doutorado em Clínicas Odontológicas) - Centro de Pesquisas Odontológicas São Leopoldo Mandic.
A tomografia computadorizada de feixe cônico é uma ferramenta para diagnóstico e análise da anatomia dos dentes bem como para o planejamento do tratamento endodôntico. O presente trabalho teve por objetivo analisar a prevalência de periodontite apical em canais não obturados dos dentes tratados...
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A tomografia computadorizada de feixe cônico é uma ferramenta para diagnóstico e análise da anatomia dos dentes bem como para o planejamento do tratamento endodôntico. O presente trabalho teve por objetivo analisar a prevalência de periodontite apical em canais não obturados dos dentes tratados endodonticamente, por meio da análise de exames de tomografias computadorizadas de feixe cônico. Foram analisadas por um único operador calibrado um total de 1.260 imagens tomográficas de dentes do banco de dados da clínica de radiologia da Faculdade de Odontologia São Leopoldo Mandic - Campinas e em uma clínica privada, localizada na cidade de Fortaleza. Os exames foram analisados com o auxílio de um software para visualização de imagens DICOM, nos cortes axial, coronal e sagital. Os seguintes dados foram avaliados: gênero do paciente, da raiz que possui canal não-obturado, presença ou não de canal não-obturado, raiz do canal não-obturado, presença ou não de rarefação óssea periapical. Os resultados foram analisados estatisticamente utilizando o teste qui-quadrado (P<0,05), a fim de se estabelecer relações entre a presença de canais não-obturados em dentes tratados endodonticamente e a presença de rarefações ósseas. Foi observado que 280 dentes apresentaram raízes com 292 canais não-obturados. Entre estes, 178 apresentaram também rarefação óssea periapical. Considerados todos os grupos dentais, 22,43% da amostra analisada apresentou canais não obturados. Os molares superiores representaram mais de 70% dos dentes com canais não-obturados. sendo os canais mesio- vestibulares, representando 72,38% da amostra por raiz. Além disso, quase 76,84% das raízes que apresentaram canais não-obturados, também apresentaram rarefação óssea periapical. Concluiu-se que dentes com canais não-obturados apresentaram alta prevalência de rarefação óssea periapical e as raízes mesio-vestibulares dos molares superiores foram as raízes que mais apresentaram canais não-obturados.
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Diego Mendonça Lima
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