Prevalência de maloclusão em pacientes atendidos no curso de especialização em ortodontia da São Leopoldo Mandic [recurso eletrônico]
Ana Keity Nunes de Lima
Dissertação
por
Campinas : [s.n.], 2018.
53f. : il.
Dissertação (Mestrado em Ortodontia) - Centro de Pesquisas Odontológicas São Leopoldo Mandic.
O objetivo deste estudo foi avaliar a prevalência de maloclusão de Classes I, II e III de Angle em pacientes atendidos no Curso de Especialização em Ortodontia da Faculdade São Leopoldo Mandic, unidade São Paulo. Foram selecionados 500 prontuários de pacientes atendidos no período de 2011 a 2017,...
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O objetivo deste estudo foi avaliar a prevalência de maloclusão de Classes I, II e III de Angle em pacientes atendidos no Curso de Especialização em Ortodontia da Faculdade São Leopoldo Mandic, unidade São Paulo. Foram selecionados 500 prontuários de pacientes atendidos no período de 2011 a 2017, com idade entre 7 e 14 anos, selecionando-se 211 que atendiam aos critérios de inclusão quanto à não realização prévia de tratamento ortodôntico e ortopédico, que apresentasse o primeiro molar hígido, e suas respectivas fotografias intrabucais. Observaram-se os prontuários quanto à distribuição entre os sexos e faixas etárias, avaliando-se as fotografias intrabucais dos lados esquerdo e direito para se determinar o tipo de maloclusão. Foram classificados como Classe I aqueles onde a cúspide mésio-vestibular do primeiro molar superior ocluía no sulco mésio-vestibular do primeiro molar inferior, como Classe II aqueles onde o primeiro molar permanente inferior situava-se distalmente ao primeiro molar superior e Classe III aqueles que o sulco mésio-vestibular do primeiro molar permanente inferior encontrava-se mesializado em relação à cúspide mésio-vestibular do primeiro molar permanente superior. A análise descritiva mostrou que houve maior prevalência da maloclusão de Classe I (44,1%), seguida da Classe II (39,7%) e Classe III (16,1%). Dentre as maloclusões de Classe II de Angle, houve prevalência de ausência de subdivisão, seguida pela 1ª divisão e 2ª divisão. Foram calculadas as prevalências e os respectivos intervalos de confiança de 95% para os dados obtidos. As associações das prevalências com os sexos e as idades foram analisadas pelos testes de qui-quadrado e teste Exato de Fisher, considerando o nível de significância de 5%. O teste Exato de Fisher mostrou que não houve associação significativa entre o tipo de maloclusão e o sexo (p=0,3068). Pode-se concluir que a maloclusão de Classe I é mais prevalente na população estudada, não havendo relação entre os tipos de maloclusões e a variável sexo.
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