Avaliação das reabsorções dentárias em pacientes com mordida aberta anterior tratados com ancoragem esquelética ampliada [recurso eletrônico]
Genivaldo dos Santos
Dissertação
por
Campinas : [s.n.], 2020.
40f. : il.
Dissertação (Mestrado em Ortodontia) - Centro de Pesquisas Odontológicas São Leopoldo Mandic.
Este estudo teve como objetivo avaliar, por meio das imagens de tomografia computadorizada de feixe cônico (TCFC), as reabsorções dentárias em pacientes portadores de mordida aberta anterior, tratados ortodonticamente com a intrusão dos dentes posteriores superiores e inferiores, utilizando-se...
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Este estudo teve como objetivo avaliar, por meio das imagens de tomografia computadorizada de feixe cônico (TCFC), as reabsorções dentárias em pacientes portadores de mordida aberta anterior, tratados ortodonticamente com a intrusão dos dentes posteriores superiores e inferiores, utilizando-se quatro miniplacas. Para isso, selecionou-se imagens antes e após tratamento ortodôntico de 32 pacientes portadores de mordida aberta anterior. As raízes de todos os dentes presentes na maxila e mandíbula foram mensurados nos cortes tomográficos, sagital e coronal oblíquos, tendo como referência o seu longo eixo radicular, desde o ápice até a linha cervical, representada pela junção cemento esmalte, no sentido vestíbulo-lingual. As mensurações obtidas nas fases pré e pós-tratamento ortodôntico foram realizadas por um único observador calibrado, duas vezes em cada fase, com um intervalo de 30 dias. Os resultados mostraram que a diferença do comprimento das raízes nos grupos dos dentes anteriores e posteriores, nas fases pré e pós-tratamento ortodôntico foi estatisticamente significante (p<0,01), indicando que houve uma reabsorção com média 0,85 mm para os dentes anteriores e de 0,69 mm para os dentes posteriores. As reabsorções radiculares nos dentes posteriores, após a mecânica ortodôntica intrusiva ancorada em miniplacas foram, em média, menores que 1 mm. Nos dentes anteriores, 50% apresentaram reabsorções menores que 1 mm e os demais tiveram reabsorções ligeiramente acima de 1 mm, atingindo o valor máximo de 1,17 mm. Com base nos resultados, é possível afirmar que o protocolo de tratamento adotado nos pacientes portadores de MAA não promove reabsorções radiculares imagiologicamente significativas.
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