Avaliação da prevalência de septos ósseos em seios maxilares por meio de tomografia computadorizada de feixe cônico (TCFC) [recurso eletrônico]
Paulo George Esteves Areal Neto
Dissertação
por
Campinas : [s.n.], 2018.
69f. : il.
Dissertação (Mestrado em Implantodontia) - Centro de Pesquisas Odontológicas São Leopoldo Mandic
O objetivo do trabalho foi avaliar os septos ósseos em seios maxilares por meio da tomografia computadorizada de feixe cônico (TCFC), considerando a prevalência, gênero, idade, localização, altura e comprimento. Foram avaliadas 415 tomografias, adquiridas no tomógrafo i-CATTM (Imaging Sciences,...
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O objetivo do trabalho foi avaliar os septos ósseos em seios maxilares por meio da tomografia computadorizada de feixe cônico (TCFC), considerando a prevalência, gênero, idade, localização, altura e comprimento. Foram avaliadas 415 tomografias, adquiridas no tomógrafo i-CATTM (Imaging Sciences, Hatfield, Pennsylvania, USA), de pacientes, selecionados aleatoriamente, do banco de dados da Faculdade São Leopoldo Mandic - Campinas - SP, que realizaram exames para a análise da maxila. Destes, foram selecionadas 328 tomografias de pacientes do sexo masculino e do feminino, com faixa etária a partir de 21 anos. Foram excluídos aqueles casos em que houve procedimentos cirúrgicos no seio maxilar, enxertos ou traumas em maxila, assim como, as imagens tomográficas que não apresentaram qualidade de aquisição satisfatória. Como forma padronizada de separação da amostra, foram utilizados dois grupos para o sexo (masculino e feminino), e outros três grupos de acordo com as localizações dos septos (Anterior, Média e Posterior). Todas as imagens foram avaliadas no software XoranCatTM (Xoran Technologies, EUA), sendo nos cortes Axiais, avaliados no sentido Antero-Posterior e Latero-Lateral, nos Coronais, Latero-Lateral e Superior-Inferior e nos Sagitais, Superior-Inferior e Antero-Posterior, sempre ao nível dos limites dos seios maxilares. Todas as avaliações foram realizadas pelo próprio pesquisador. Após a tabulação dos dados, os mesmos foram submetidos aos testes Qui-quadrado (X²), Shapiro-Wilk, Bartlet, ANOVA, teste de Tukey e a correlação de Pearson com nível de significância de 5%. Verificou-se que não houve diferença significativa entre os sexos e as idades, os septos ósseos estavam presentes em 51.5% da amostra, sendo a localização mais comum na região posterior, seguido da medial, no sentido Vestíbulo-Palatino com altura média unilateral de 5,3 (±2,7) mm e bilaterais de 6,4 (±3,8) mm e comprimento de 7,5 mm. Pode-se concluir que a maioria dos casos os septos ósseos estão presentes, na região posterior, independente do sexo e idade.
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Paulo George Esteves Areal Neto
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