Frequência de lesões orais e maxilofaciais em crianças de zero a 14 anos: estudo de 15 anos em Campinas - Brasil
Maria Esther Antoniuk Vanni
Dissertação
por
D D622
Campinas : [s.n.], 2017.
82f. : il.
Dissertação (Mestrado em Radiologia Odontológica e Imaginologia) - Centro de Pesquisa Odontológica. São Leopoldo Mandic.
As lesões orais e maxilofaciais normalmente encontradas em crianças diferem daquelas encontradas em adultos. O presente estudo observacional retrospectivo teve como objetivo verificar quais as lesões orais e maxilofaciais são mais prevalentes em pacientes pediátricos. Foram selecionados os laudos...
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As lesões orais e maxilofaciais normalmente encontradas em crianças diferem daquelas encontradas em adultos. O presente estudo observacional retrospectivo teve como objetivo verificar quais as lesões orais e maxilofaciais são mais prevalentes em pacientes pediátricos. Foram selecionados os laudos histopatológicos dos pacientes de zero a 14 anos de idade emitidos de julho de 2000 a setembro de 2015 no serviço de Patologia do Centro de Pesquisas Odontológicas São Leopoldo Mandic unidade Campinas - SP. Foram coletadas informações a respeito de idade, gênero, raça e diagnóstico histopatológico das lesões biopsiadas. Na sequência, foram criados oito grupos de acordo com a categoria das lesões, sendo: Grupo 1: Neoplasias benignas não-odontogênicas; Grupo 2: Neoplasias benignas odontogênicas; Grupo 3: Lesões císticas; Grupo 4: Neoplasias malignas; Grupo 5: Lesões inflamatórias/ hiperplásicas; Grupo 6: Lesões de glândulas salivares; Grupo 7: Alterações dentárias/pulpares; Grupo 8: Nevus e outras pigmentações. Os dados foram submetidos à análise estatística descritiva. Foram encontrados 16.233 laudos histopatológicos dos quais 1.204 (7,4%) eram de crianças até 14 anos. Do total de lesões, 649 foram em pacientes de gênero masculino (53,9%) e 555, em gênero feminino (46%). Quanto à natureza, 1.193 (99%) eram lesões benignas e 11 (0,9%), malignas. A categoria mais comum foi a das lesões de glândulas salivares (39%), seguida pelas lesões inflamatórias/hiperplásicas reacionais (19%), neoplasias benignas não-odontogênicas (15%), lesões císticas (14%), neoplasias benignas odontogênicas (9%), alterações dentárias e pulpares (1%) e neoplasias malignas e nevus e outras pigmentações com mesmo percentual de cada (0,9%). A lesão mais prevalente nos pacientes pediátricos foi a mucocele (39%), seguida pelo odontoma (6%) e cisto dentígero (5,8%). Na sequência, observou-se papiloma, hiperplasia gengival, granuloma piogênico, cisto radicular, fibroma de células gigantes, hemangioma e tumor odontogênico queratocístico.
Palavras-chave: Mucocele. Odontoma. Patologia bucal. Ver menos
Palavras-chave: Mucocele. Odontoma. Patologia bucal. Ver menos
Frequência de lesões orais e maxilofaciais em crianças de zero a 14 anos: estudo de 15 anos em Campinas - Brasil
Maria Esther Antoniuk Vanni
Frequência de lesões orais e maxilofaciais em crianças de zero a 14 anos: estudo de 15 anos em Campinas - Brasil
Maria Esther Antoniuk Vanni
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